Dina Sfat

By brombergcine

Dina Sfat

1938-1989

Uma das mais belas, inteligentes e talentosas atrizes do cinema brasileiro, a paulista Dina Kutner Souza escolheu o nome artístico de Dina Sfat em 1962, ao trocar o curso de secretariado por uma carreira no teatro estreando em ” Os Fuzis da Senhora Carrar “. Integrada ao Teatro de Arena em São Paulo, participou de importantes montagens como ” O Melhor Juiz “, ” O Rei ” e o antológico ” Arena Contra Zumbi”.
Conheceu nessa fase o ator Paulo José, membro do mesmo grupo, com quem se casou e teve três filhas. Em 1968, já no Teatro Oficina, participou da revolucionária montagem ” O Rei da Vela “. Dois anos antes, já tinha estreado no cinema, fazendo ” Três Histórias de Amor “, e ” Corpo Ardente “, de Walter Hugo Khouri. Em 1968, Neville D’ Almeida a convidou a fazer ” Jardim de Guerra “. A esse seguiram-se ” Vida Provisória “o revolucionário ” Macunaíma ” (1969). ” Os Deuses e os Mortos ” (1970), de Ruy Guerra, e ” Tati, a Garota ” (1973), de Bruno Barreto. A partir dai, dedicou-se por um longo período a televisão e ao teatro. Voltou as telas em 1981, quando fez ” O Homem do Pau Brasil ” de Joaquim Pedro de Andrade, ” Eros, o Deus do Amor ” também de Walter Hugo Khouri e ” Álbum de Família”, adaptado da obra de Nelson Rodrigues. Nos anos seguintes estrelou em ” Das Tripas Coração ” (1982), ” Tensão no Rio ” (1984) e ” A Bela Palomera ” (1987). Em 1988, já seriamente doente, fez o documentário ” Dina Sfat ” na União Soviética.

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